Emissão NF-e

Empresas de Santos não podem mais emitir nota fiscal em papel desde 10/03/15

admin : March 16, 2015 4:23 pm : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Desde a terça-feira passada (10/03), empresas de Santos com inscrição de número 86.340-9 a 118.134-2 não podem mais emitir nota fiscal em papel e serão obrigadas a prestar contas de forma eletrônica.
A Prefeitura esclarece que, para usar o sistema eletrônico, basta entrar na página da Administração Municipal na internet (www.santos.sp.gov.br). No campo dos serviços (no alto à direita), é preciso clicar em empresas, GISS-on line e seguir o passo-a-passo. Em caso de dúvida também é possível obter informações pelo telefone 3201-5025, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h, com um auditor fiscal de plantão.
As empresas que descumprirem a lei estarão sujeitas a multa. Desde o ano passado, a Prefeitura tem promovido cursos, palestras e orientado contadores sobre a modernização do controle fiscal em Santos. Os prazos dados foram escalonados, vão até janeiro de 2016 e atingem cerca de mil empresas em cada período.

Fonte: A Tribuna

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SP – Secretaria da Fazenda registra emissão da primeira Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

admin : March 4, 2015 4:23 pm : DANFE, NFC-e, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

A Sefaz-SP registrou com sucesso a emissão da primeira NFC-e realizada por contribuinte paulista. A transmissão para o sistema da Secretaria da Fazenda, que está aberto aos aos contribuintes que participam da fase piloto de implantação no Estado.

A Secretaria da Fazenda registrou com sucesso a emissão da primeira Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) realizada por contribuinte paulista. A transmissão para o sistema da Secretaria da Fazenda, que está aberto aos contribuintes que participam da fase piloto de implantação no Estado, ocorreu em 12/2. 

A NFC-e é um documento eletrônico de validade jurídica garantida por assinatura digital utilizado nas operações comerciais de venda presencial, ou venda para entrega em domicílio, ao consumidor final. Sua emissão pode ser adotada como alternativa ao Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) que será de uso obrigatório a partir de 1º de julho de 2015 para postos de combustíveis, novos contribuintes e estabelecimentos com equipamentos ECF com mais de 5 anos de uso. 

Regulamentada pela Portaria CAT 12/2015, publicada no Diário Oficial do Estado de 5/2, a NFC-e substitui a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e o antigo Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).  Para utilizar esta solução, o contribuinte deve estar com a Inscrição Estadual regular, solicitar o credenciamento e a Autorização de Uso junto a Secretaria da Fazenda. Será necessário também obter o certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento. 

A operação com a NFC-e requer acesso à internet em tempo integral. O varejista pode utilizar software desenvolvido ou adquirido no mercado, sem necessidade de homologação para a emissão do documento. É necessário solicitar o Código de Segurança do Contribuinte (CSC) pelo portal da NFC-e: www.nfce.fazenda.sp.gov.br

O credenciamento  de varejistas nessa fase inicial de implantação da NFC-e será restrito aos estabelecimentos que participam do projeto piloto e será liberado gradativamente pela Secretaria da Fazenda.   

Antes do início de obrigatoriedade do uso do SAT pelo contribuinte, havendo ocorrência de contingência decorrente problemas no estabelecimento ou de conexão com a Fazenda, o lojista deverá recorrer ao Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) para as operações da loja que estiver adotando o NFC-e. Nos demais pontos-de-venda poderá emitir o cupom fiscal por ECF. 

O SAT registrou até 26 de fevereiro mais de 54,6 mil cupons fiscais eletrônicos emitidos por 28 estabelecimentos comerciais que participam do projeto piloto. Dois fabricantes – Dimep e Sweda – concluíram o processo de desenvolvimento e homologação técnica dos equipamentos e mais 5 empresas estão em fase de homologação de seus modelos.

O que é o SAT

O Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele realize a venda de sua mercadoria e emita o documento fiscal pelo equipamento. 

O SAT substituirá os emissores de cupons fiscais (ECFs) e será de uso obrigatório a partir de 1º de julho de 2015, inicialmente por novos contribuintes, por estabelecimentos comerciais cujos equipamentos ECF tenham 5 anos de uso e por todos os postos de combustíveis. 

O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas.  Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de Smartphone e Aplicativo específico da Secretaria da Fazenda. 

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas, impressoras e rede de internet.  Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Fazenda assim que estabelecer conexão à Internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial. 

Informações adicionais sobre o SAT podem ser obtidas em www.fazenda.sp.gov.br/sat.

Fonte: SEFAZ-SP

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Dúvidas ainda rondam emissão da Nota Fiscal Eletrônica

admin : January 29, 2015 11:12 am : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Criado em 2005, sistema facilita a vida tributária das empresas e evita problemas com a gerência de impostos.

duvidas_nota_fiscal_eletronicaRio – A implantação da nota fiscal eletrônica completa dez anos em 2015, mas os micro, pequenos e médios empreendedores ainda reclamam sobre a falta de informação sobre o processo de emissão, as etapas a serem cumpridas e quem está autorizado a emitir este tipo de nota fiscal. De acordo com as normas implementadas pelo Sistema Integrado Nacional de Informações Econômico Fiscais (Sinief), de julho de 2005, toda empresa precisa emitir o documento, através de um programa específico que é disponibilizado pelo fisco estadual.

“A Nota Fiscal Eletrônica, ou NF-e, como também é conhecida, otimiza os processos, trazendo maior eficiência e racionalidade, além de proporcionar maior organização à questão fiscal das empresas”, afirma Sonia Regina Izzo, consultora da IOB Sage. “Há mais praticidade, segurança e redução de custos”, destaca.

A Nota Fiscal Eletrônica, mais eficiente que a antiga de papel, é um documento emitido e transmitido eletronicamente. Assim, todos os processos relativos à nota de papel podem ser extintos da empresa. Em processo simplificado, todas as informações da nota são armazenadas no computador ou até mesmo em nuvem, o que reduz ainda mais a probabilidade de alguma perda de dados.

“Cada estado tem um sistema para gerar a Nota Fiscal Eletrônica. Os sistemas têm sido modernizados ao longo dos anos e, hoje, funcionamcomo se fossem sistemas operacionais de cálculo de impostos. Isso facilita muito para a empresa e para quem adquire algum produto ou serviço. Tudo é feito em tempo real e vai diretamente para o banco de dados dos fiscos estaduais”, explica Wellington Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

Atualmente, a legislação nacional permite que a NF-e substitua apenas a chamada nota fiscal modelo 1 / 1A, que é utilizada, em regra, para documentar transações comerciais com mercadorias entre pessoas jurídicas. Vale destacar que a Nota Fiscal Eletrônica não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação como, por exemplo, a Nota Fiscal a Consumidor (modelo 2) ou o Cupom Fiscal, de emissão obrigatória.

“A nota eletrônica substitui a Nota Fiscal Modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo, a Nota Fiscal de Entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa”, destaca a consultora da IOB Sage Sonia Izzo, que alerta ainda que a nesses casos a nota em papel não tem validade.

Como aderir ao sistema

As empresas interessadas em emitir NF-e devem solicitar seu credenciamento como emissoras do documento na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. Como lembra o consultor, o credenciamento em um estado não habilita a empresa perante os demais, o que leva muitas empresas a cometerem erros. Sendo assim, a empresa deve solicitar credenciamento em todos os estados em que possuir negócios e nos quais tenha que emitir notas fiscais.

Além disso, a empresa precisa possuir certificação digital do tipo A1 (arquivo digital armazenado no computador) ou A3 (dispositivo físico do tipo smart card ou do tipo token), que contenha o CNPJ de qualquer estabelecimento do contribuinte. Além disso, um passo importante e que deve ser prioridade é a empresa adaptar o seu sistema de faturamento para emitir a NF-e ou utilizar o “Emissor de NF-e” desenvolvido pela Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, para empresas de pequeno e médio porte.

“Quem deixar de fazer a nota já cria contingências com o fisco. Vale destacar que a Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória e não facultativa. É preciso que o empreendedor fique atento para implementar imediatamente o documento quando abrir um negócio”, alerta Mota.

Cada estado possui uma norma específica que regula a emissão da Nota Fiscal Eletrônica e, sendo assim, o contribuinte precisa ficar atento a cada especificidade. Para saber se há a obrigatoriedade da emissão, cada empreendedor deve consultar a norma interna dos fiscos estaduais disponíveis na internet. A pesquisa, lembra os consultores, deve ser feita através do código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) .

Por: Bruno Dutra

Fonte: Brasil Econômico

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O que você precisa saber sobre a Nota fiscal Eletrônica (NF-e)

admin : January 26, 2015 5:04 pm : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica

NFE-nota-fiscal-eletronica-logoNão faz muito tempo que as Notas Fiscais eram impressas em papel e mantidas em caixas e arquivos que ocupavam um espaço enorme — além de estarem expostas aos riscos de perecerem com o tempo, serem rasgadas e até mesmo falsificadas. Eis que veio a Nota Fiscal Eletrônica, ou NF-e, para solucionar muitos dos problemas enfrentados pelos departamentos contábeis e fiscais das empresas.

Buscando reduzir custos e otimizar o processo de consulta aos documentos que acompanham a circulação das mercadorias, a NF-e traz algumas peculiaridades que devem ser observadas por todo profissional que lida com esses documentos em seu dia a dia. Confira abaixo:

Emissão e armazenagem da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

A emissão da nota fiscal eletrônica deve respeitar uma ordem numérica consecutiva crescente, sem intervalos, a começar do primeiro número sequencial, não sendo possível que haja duas com o mesmo número, ou que o número de uma nota fiscal cancelada seja reaproveitado para a emissão de uma nova NF-e.

A NF-e é um documento que possui existência apenas digital, ou seja, é emitido e armazenado de forma eletrônica através do programa emissor da Receita Federal. Não há necessidade de impressão das Notas Fiscais e armazenagem física, o que otimiza a questão de espaço nas empresas e confere uma segurança maior à guarda dos documentos.

Além disso, as notas eletrônicas devem ser mantidas pelo prazo de 5 anos, sendo indispensável a utilização de um sistema de confiança e que faça backups periódicos a fim de proteger as informações dos documentos.

Assinatura ou Certificação Digital

A validade, autoria e integridade da nota fiscal eletrônica está condicionada a uma Assinatura ou Certificação Digital. A Receita Federal disponibiliza um cadastro para que as pessoas físicas e jurídicas obtenham esta certificação para efetuar consultas e acessar os serviços oferecidos em seu portal. No entanto, para obter acesso às informações referentes aos documentos fiscais e assinar as NF-e é necessária a Certificação Digital disponibilizada pelo Portal da Nota Fiscal Eletrônica. Para se ter acesso às funcionalidades de ambos os portais, é preciso estar em dia com a renovação dos Certificados Digitais conforme as normas da Receita Federal.

Layout específico

A NF-e de modelo 55 é adotada nacionalmente e seu leiaute deve estar em conformidade com o que está estabelecido no Manual de Integração emitido pela Receita Federal.

Não confunda NF-e com DANFE

O Documento Auxiliar de Nota Fiscal (DANFE) corresponde à representação gráfica da nota fiscal eletrônica e, portanto, não pode ser confundida com esta. O DANFE acompanha o trânsito das mercadorias, é impresso em uma única via e contém as informações da chave de acesso (com 44 números), do código de barras utilizados para consulta aos documentos online e do protocolo de autorização de uso.

NF-e rejeitada pela SEFAZ

No caso de apontamento de erros pelo sistema no momento do registro da NF-e, quando esta for rejeitada, o documento deve ser corrigido e retransmitido para que, então, seja autorizado pela Secretaria da Fazenda. Caso esse procedimento não seja realizado, a numeração do documento rejeitado não ficará registrado na base de dados da Receita e, por representar uma quebra na sequência numérica dos documentos, deverá ser inutilizado para evitar erros e maiores problemas.

Impossibilidade de alteração da NF-e

Quando uma nota fiscal eletrônica é emitida de forma errada, não há como fazer qualquer alteração em seu conteúdo. A solução, em determinados casos, é efetuar o seu cancelamento no sistema perante a Receita Federal e emitir um novo documento contendo os dados corretos.

Alternativas para a emissão da NF-e

Caso não seja possível emitir a NF-e através do programa próprio, outras alternativas estão à disposição, como SVC – Sefaz Virtual de Contingência, Evento Prévio de Emissão em Contingência (EPEC) e o Formulário de Segurança FS-DA, que devem ser utilizados em situações específicas e emergenciais.

Uma ótima forma de controlar a emissão dos documentos fiscais eletrônicos com segurança é utilizar um sistema que esteja parametrizado conforme as normas estabelecidas pela Receita Federal. Dessa forma, erros corriqueiros como o não preenchimento de campos obrigatórios, quebra na sequência numérica, cancelamentos e retificações, consulta ao documento fiscal, bem como outros erros poderão ser identificados pelo sistema de forma mais rápida e objetiva, otimizando o trabalho do profissional e assegurando uma base de dados confiável para a empresa.

fonte: Jornal Contábil

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Mais de 57 mil empresas em Mato Grosso têm 2 meses para implantar nota fiscal eletrônica

admin : January 8, 2015 9:13 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Os empresários mato-grossenses que ainda vão se enquadrar na Nota Fiscal Eletrônica (NFC-e) terão mais dois meses para implementar o sistema e regularizar as operações. A nova data é dia 28 de fevereiro e a alteração da regra abrange diretamente os micros empresários.

As empresas que tiveram faturamento no exercício anterior a R$ 120 mil ou que, em início de atividade, tenha expectativa de faturamento médio mensal inferior a R$ 10 mil poderão continuar emitindo a Nota Fiscal de Venda a Consumidor modelo 2 ou EFC. Entretanto, se já tiverem usando o NFC-e estarão impedidos de utilizar modelo 2 e EFC. Em Mato Grosso são mais de 70 mil empresas, apenas 13 mil estão credenciadas na Nota Fiscal Eletrônica (NFC-e), informa a assessoria da CDL Cuiabá. O tempo necessário é de 45 a 60 dias para implantar o novo sistema – comprar o equipamento (computador e impressora) treinar os funcionários, registrar o produto e fazer a adaptação ao sistema da Secretaria de Fazenda.

fonte: Só Noticias

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Estabelecimentos serão obrigados a emitir nota fiscal eletrônica no Pará

admin : January 7, 2015 9:11 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Nota fiscal eletrônica será obrigatória para mais de 760 lojas.

Portaria vale para quem efetue vendas à pessoa não contribuinte do ICMS.

notafe-paraUma portaria publicada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) no Diário Oficial do Estado traz a Instrução Normativa nº 28/14, que regulamenta a utilização da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, modelo 65. Com a portaria, a partir de 1º de junho de 2015 será obrigatória, para 767 estabelecimentos comerciais, a emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) no Pará.

De acordo com a Sefa, a obrigatoriedade vale para estabelecimentos que efetuem venda ou fornecimento de mercadoria à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Os demais estabelecimentos serão obrigados a emitir NFC-e a partir de junho de 2016. A obrigatoriedade de emissão de NFC-e exclui o Microempreendedor Individual.

A emissão da NFC-e poderá ser feita concomitante com a Nota Fiscal de Venda a Consumidor ou Cupom Fiscal, pelo prazo de seis meses, contados a partir da data do efetivo credenciamento da emissão à NFC-e, pelos estabelecimentos credenciados à emissão da Nota, de ofício ou voluntariamente.

Esgotado o prazo da emissão concomitante, os contribuintes deverão devolver, no prazo de 30 dias, os blocos ou formulários de Nota Fiscal de Venda a Consumidor não utilizados à Coordenação Especial ou Regional da Sefa da sua circunscrição, para serem cancelados.

“A emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou do Cupom Fiscal, após o prazo estabelecido pela Instrução Normativa, tornará os documentos inidôneos”, explica o coordenador do Projeto NFC-e no Pará, José Guilherme Koury, auditor de receitas estaduais. A Sefa estabele ainda que a partir da data de credenciamento à emissão da NFC-e será vedada a concessão de autorização de uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal.

fonte: G1

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A tendência de um modelo único nacional para o documento fiscal eletrônico do varejo

admin : December 17, 2014 3:30 pm : DANFE, Dúvidas, NFC-e, Notícias

A expansão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) pelo Brasil é evidente. Desde a emissão das primeiras NFC-es obrigatórias no Amazonas e Mato Grosso, diversos estados passaram a aderir ao novo documento fiscal eletrônico do varejo. Com isso, muitos lojistas estão constatando na prática as vantagens trazidas pela NFC-e, como a redução de custos e a agilidade nos processos.

A redução de custos ocorre principalmente com a dispensa do equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), de homologações e lacres. Também há uma significativa economia de papel, já que o novo modelo permite a impressão de um comprovante ecológico.

Para o consumidor, os benefícios também são inúmeros. Ele tem mais segurança, pois a NFC-e possui um QR-Code (código de barras bidimensional) lido por qualquer smartphone, que permite a verificação da validade e autenticidade da transação comercial; e ainda traz a possibilidade de receber o DANFE da NFC-e por e-mail ou SMS. A agilidade no atendimento também tende a ser uma vantagem para quem faz as compras. Com a possibilidade de impressão dos comprovantes de qualquer impressora (térmica ou laser) o pagamento pode ser realizado em mais pontos da loja. Além de redesenhar o tradicional layout do ponto de venda, a mudança também promete acabar com filas de espera para pagamento.

Apesar de todas as vantagens esperadas com a implantação da NFC-e ela ainda não é o modelo único. Alguns estados já estabeleceram a obrigatoriedade da NFC-e, outros aderiram ao projeto piloto, mas há casos em que o documento ainda não foi determinado e também, a situação específica de São Paulo, onde a obrigatoriedade é para o uso do sistema SAT CF-e (Sistema Autenticador e Transmissor do Cupom Fiscal eletrônico).

Essa falta de padrão faz com que as empresas com filiais em mais estados, precisem preparar alternativas diferentes em seus sistemas de gestão e vendas. Essa diferenciação não é nada interessante, já que acarreta mais custos e maior tempo para a adaptação.

Por conta disso, acredito que no futuro, os estados adotem um modelo de documento unificado. A tendência atual é que a NFC-e seja este modelo, pois já está definida como a opção da maioria dos estados. A abordagem única seria muito importante, pois teria reflexo direto para o empresário varejista, que teria menos custos de implantação e de manutenção e um processo uniforme em todas suas operações de varejo.

Hoje em dia, seja qual for o segmento, redução de custos e agilidade são sempre fatores primordiais para o sucesso dos negócios.

FONTE: SEGS

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Prefeitura de Porto Alegre implanta nota fiscal de serviços eletrônica

admin : November 26, 2014 9:48 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

A Prefeitura de Porto Alegre lançou nesta segunda-feira (17) a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). A partir de agora, as empresas contribuintes do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) que atuam na capital estão aptas a fazer a emissão das notas pelo novo sistema, implementado em parceria com o governo do Rio Grande do Sul.

notafiscal-porto-alegreO lançamento foi feito pelo prefeito José Fortunati e pelo secretário municipal da Fazenda, Jorge Tonetto. No ato, foram apresentados a Nota Legal Porto e o site pelo qual as empresas prestadoras de serviços podem emitir a nota fiscal e onde também consta o passo-a-passo para emissão, bem como a lista das empresas que devem se cadastrar neste momento, informações sobre datas de adesão, documentação, benefícios, dúvidas frequentes e contatos com a Secretaria da Fazenda.

O novo sistema começa a operação com 31 empresas já selecionadas. A partir de 5 de janeiro de 2015, haverá o credenciamento de mais empresas por atividade econômica, com inclusão de segmentos também a partir de 1º de fevereiro e 1º de março de 2015.

A Nota Legal é também um programa de estímulo aos cidadãos para que solicitem o documento com CPF, quando contratarem serviços junto aos estabelecimentos credenciados. Entre eles, academias, escolas particulares, lavanderias, creches, colégios, faculdades, cursos de idiomas, construtoras, conserto de eletrodomésticos, cabeleireiros, hotéis, oficinas mecânicas. O sistema deve gerar até o final de 2015 entre R$ 65 mil e R$ 70 milhões para o município, segundo projeção da Secretaria Municipal da Fazenda.

fonte: G1

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Nota Fiscal Eletrônica será obrigatória dentro de três meses em Santos, SP

admin : November 19, 2014 9:30 am : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Medida visa propiciar mais agilidade para a fiscalização municipal. Adesão ocorrerá de forma escalonada, em até um ano.

nota2Dentro de três meses, a Nota Fiscal de Serviços Eletrônicos (NFS-e) passará a ser obrigatória em Santos, no litoral de São Paulo. O decreto sobre o novo sistema foi publicado na edição desta terça-feira (11) do Diário Oficial. A medida visa garantir maior agilidade, economia e eficiência na administração do imposto sobre serviços. A adesão ocorrerá de forma escalonada, em até um ano, para todos os prestadores de serviços do município, salvo exceções.

As funcionalidades e obrigações tributárias referentes à emissão da NFS-e obedecem ao Código Tributário do Município e ao regulamento sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza. A Nota Fiscal Eletrônica deve trazer maior agilidade para a fiscalização municipal, no uso do sistema e cruzamento de dados, facilitando o trabalho das contabilidades.

O sistema também ajudará a evitar fraudes, como o espelhamento, valores diferentes em cada via da nota. Por ser eletrônica, todas as informações ficam arquivadas e o acesso a esses dados passa a ser mais rápido.

Para solicitar a NFS-e, é preciso acessar o site portal.gissonline.com.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3201-5025.

fonte: G1

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A impressão e emissão de DANFEs (nota fiscal eletrônica) é um problema na sua empresa?

admin : October 30, 2014 10:11 pm : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Produtos e Soluções

Faça o teste. Responda as questões abaixo. Se você responder SIM a pelo menos uma das perguntas, este artigo é para você.

  • A impressão de DANFE na sua empresa é muito lenta?
  • Você tem problemas de gargalo no faturamento por conta da velocidade de impressão?
  • Caminhões ficam parados nas docas de seu armazém porque o DANFE ainda não foi impresso?
  • Sua empresa precisou reduzir a qualidade do logotipo que aparece na DANFE para aprimorar a impressão, deixando-o reticulado?
  • A área de faturamento fez um upgrade de impressoras para equipamentos mais velozes e com mais memória, mas ainda assim a impressão de DANFE é lenta?
  • Equipamentos com velocidade nominal de impressão de mais de 50 páginas por minuto imprimem DANFEs à razão de 15 páginas por minuto ou menos?
  • Sua empresa investiu milhares de reais no SAP ou outro ERP de grande porte, e tudo funciona bem, mas na hora de imprimir um DANFE o sistema parece uma carroça?

Esses problemas são mais comuns do que se imagina!

Vamos entender a origem do problema?

danfe_gbAntes da Nota Fiscal Eletrônica não havia DANFE. A área de faturamento fazia a impressão de Nota Fiscal, em várias via, em uma impressora matricial. Apesar de haver uma manipulação excessiva de papel, por conta da remalina, separação de vias, etc., a impressão parecia ser mais rápida. O que aconteceu?

O DANFE contém diversos itens gráficos, como o logotipo da empresa, as tabelas, bordas e às vezes sombras, eventualmente marcas d’água e o código de barras. Na antiga impressão de Nota Fiscal na matricial, todos esses elementos estavam pré-impressos. A impressora precisava receber apenas caracteres de texto, com isso não havia sobrecarga de rede e a impressora trabalhava sem esforço.

No caso do DANFE isso não ocorre. As folhas são brancas. A impressora precisa processar todos os elementos citados, e se isso não for preparado de uma maneira otimizada, a impressão sofrerá com perda de desempenho e velocidade.

Mas existe solução? Claro!

A GB Network & Print tem dezenas de casos de sucesso no mercado onde resolveu severos problemas de impressão de DANFE.

Os clientes a seguir são algumas das companhias que usam formulários PCL desenvolvidos pela GB para impressão de DANFE:

  • Grupo Abril;
  • Nestlé;
  • Caterpillar;
  • Pandurata (Bauducco, Visconti, Hershey’s);
  • B2W (Submarino, Americanas.com. Shoptime).

E como funciona essa tecnologia?

Na verdade é relativamente simples. A GB, especialista em programação PCL, desenvolve arquivos digitais que ficarão residentes (salvos) dentro das impressoras. Na rede corporativa vão circular apenas arquivos texto, muito parecido com o que ocorria com as impressoras matriciais. E a área de TI deverá incorporar alguns comandos PCL no arquivo de impressão, sob a orientação da GB.PCL_diagram_big

Se interessou e quer saber mais?

Marque uma visita ou faça um contato telefônico com os especialistas! A GB vai ajudar vocês!

GB Network & Print
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