Jan 26

O que você precisa saber sobre a Nota fiscal Eletrônica (NF-e)

NFE-nota-fiscal-eletronica-logoNão faz muito tempo que as Notas Fiscais eram impressas em papel e mantidas em caixas e arquivos que ocupavam um espaço enorme — além de estarem expostas aos riscos de perecerem com o tempo, serem rasgadas e até mesmo falsificadas. Eis que veio a Nota Fiscal Eletrônica, ou NF-e, para solucionar muitos dos problemas enfrentados pelos departamentos contábeis e fiscais das empresas.

Buscando reduzir custos e otimizar o processo de consulta aos documentos que acompanham a circulação das mercadorias, a NF-e traz algumas peculiaridades que devem ser observadas por todo profissional que lida com esses documentos em seu dia a dia. Confira abaixo:

Emissão e armazenagem da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

A emissão da nota fiscal eletrônica deve respeitar uma ordem numérica consecutiva crescente, sem intervalos, a começar do primeiro número sequencial, não sendo possível que haja duas com o mesmo número, ou que o número de uma nota fiscal cancelada seja reaproveitado para a emissão de uma nova NF-e.

A NF-e é um documento que possui existência apenas digital, ou seja, é emitido e armazenado de forma eletrônica através do programa emissor da Receita Federal. Não há necessidade de impressão das Notas Fiscais e armazenagem física, o que otimiza a questão de espaço nas empresas e confere uma segurança maior à guarda dos documentos.

Além disso, as notas eletrônicas devem ser mantidas pelo prazo de 5 anos, sendo indispensável a utilização de um sistema de confiança e que faça backups periódicos a fim de proteger as informações dos documentos.

Assinatura ou Certificação Digital

A validade, autoria e integridade da nota fiscal eletrônica está condicionada a uma Assinatura ou Certificação Digital. A Receita Federal disponibiliza um cadastro para que as pessoas físicas e jurídicas obtenham esta certificação para efetuar consultas e acessar os serviços oferecidos em seu portal. No entanto, para obter acesso às informações referentes aos documentos fiscais e assinar as NF-e é necessária a Certificação Digital disponibilizada pelo Portal da Nota Fiscal Eletrônica. Para se ter acesso às funcionalidades de ambos os portais, é preciso estar em dia com a renovação dos Certificados Digitais conforme as normas da Receita Federal.

Layout específico

A NF-e de modelo 55 é adotada nacionalmente e seu leiaute deve estar em conformidade com o que está estabelecido no Manual de Integração emitido pela Receita Federal.

Não confunda NF-e com DANFE

O Documento Auxiliar de Nota Fiscal (DANFE) corresponde à representação gráfica da nota fiscal eletrônica e, portanto, não pode ser confundida com esta. O DANFE acompanha o trânsito das mercadorias, é impresso em uma única via e contém as informações da chave de acesso (com 44 números), do código de barras utilizados para consulta aos documentos online e do protocolo de autorização de uso.

NF-e rejeitada pela SEFAZ

No caso de apontamento de erros pelo sistema no momento do registro da NF-e, quando esta for rejeitada, o documento deve ser corrigido e retransmitido para que, então, seja autorizado pela Secretaria da Fazenda. Caso esse procedimento não seja realizado, a numeração do documento rejeitado não ficará registrado na base de dados da Receita e, por representar uma quebra na sequência numérica dos documentos, deverá ser inutilizado para evitar erros e maiores problemas.

Impossibilidade de alteração da NF-e

Quando uma nota fiscal eletrônica é emitida de forma errada, não há como fazer qualquer alteração em seu conteúdo. A solução, em determinados casos, é efetuar o seu cancelamento no sistema perante a Receita Federal e emitir um novo documento contendo os dados corretos.

Alternativas para a emissão da NF-e

Caso não seja possível emitir a NF-e através do programa próprio, outras alternativas estão à disposição, como SVC – Sefaz Virtual de Contingência, Evento Prévio de Emissão em Contingência (EPEC) e o Formulário de Segurança FS-DA, que devem ser utilizados em situações específicas e emergenciais.

Uma ótima forma de controlar a emissão dos documentos fiscais eletrônicos com segurança é utilizar um sistema que esteja parametrizado conforme as normas estabelecidas pela Receita Federal. Dessa forma, erros corriqueiros como o não preenchimento de campos obrigatórios, quebra na sequência numérica, cancelamentos e retificações, consulta ao documento fiscal, bem como outros erros poderão ser identificados pelo sistema de forma mais rápida e objetiva, otimizando o trabalho do profissional e assegurando uma base de dados confiável para a empresa.

fonte: Jornal Contábil

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Jan 20

Mais de 100 milhões de NFC-e são emitidas no Brasil em oito meses

Depois da Nota Fiscal Eletrônica, voltada para a indústria e o atacado, é a vez da população ter acesso à tecnologia

nfce-100milhoesA Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), implementada em março de 2014, está sendo emitida por 15 mil empresas do País, embora o prazo legal para adoção do documento ainda não esteja em vigor. Até novembro, mais de 100 milhões de documentos foram emitidos, embora o calendário de obrigatoriedade comece a valer a partir de 2016, estabelecido por cada estado.

Das 27 unidades federadas, apenas Santa Catarina ainda não optou por implantar o projeto e, das 26, 15 já estão emitindo o documento – Acre, Amazonas, Sergipe, Maranhão, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Pará, Paraíba, Rondônia, Roraima, Piauí, Paraná, Bahia e Rio de Janeiro. Os estados mais avançados são Amazonas, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Os códigos de barras são considerados fundamentais em todo o processo, desde a automação logística até chegar ao consumidor final. “Trata-se de uma revolução, pois a ferramenta simplifica o processo para o estabelecimento varejista ao eliminar exigência da impressora, do credenciamento da máquina e do mapa de resumo de caixa”, destaca Newton Oller, líder nacional do projeto da NFC-e pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat) e agente fiscal de rendas da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo.

A NFC-e contém um campo específico destinado ao chamado GTIN (sigla em inglês para Número Global de Item Comercial), que é a série normatizada de números que identifica o produto. É aí que entra o trabalho da GS1 Brasil, padronizar essa numeração e também a formatação do código de barras. O GTIN facilita a gestão de estoque de produtos, rastreabilidade e estimula a automação na cadeia de suprimentos, além de ser um facilitador na captura dos dados dos produtos para o início do faturamento e emissão da NFC-e.

O processo de emissão de uma NFC-e tem início com a leitura do código de barras da mercadoria a ser comercializada, possibilitando ao aplicativo comercial a identificação do produto e o preenchimento no arquivo eletrônico da NFC-e das informações comerciais e fiscais correspondentes do item. “A principal motivação em utilizar o código de barras do padrão, que contém o GTIN no projeto NFC-e, é que este é o padrão de identificação mais utilizado nos produtos, especialmente no varejo”, reforça o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira.

A expectativa, diz Oller, é que, nos próximos cinco anos, a grande maioria das empresas troque a impressora fiscal pelo documento eletrônico.

fonte: Jornal do Comércio

Sua empresa tem problemas para emitir as Danfes ou no controle da nota fiscal eletrônica?

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Jan 09

Estabelecimento que não discriminar impostos em nota fiscal sofrerá penalidades

A medida estabeleceu que a fiscalização, no que se refere à informação relativa à carga tributária, seria exclusivamente orientada até 31 de dezembro.

A partir deste ano, as empresas que descumprirem a obrigatoriedade de discriminação dos tributos incidente na operação, seja ela de aquisiçãode mercadoria ou de prestação de serviços, serão penalizadas. O prazo para o cumprimento da medida – instituída pela Lei 12.741/2012 – já havia sido prorrogado por meio da 649/2014. Mas agora, os estabelecimentos que não discriminarem os tributos sobre preço de produtos nas notas fiscais estão sujeitos a punições.

Em princípio, a obrigação passaria a ser cobrada em junho de 2013, mas o governo prorrogou o prazo para junho do ano seguinte. No entanto, pouco antes da obrigatoriedade entrar em vigor, foram publicados o Decreto 8.264/2014 que regulamentou a norma, e a MP que adiou novamente a exigência. A medida estabeleceu que a fiscalização, no que se refere à informação relativa à carga tributária, seria exclusivamente orientada até 31 de dezembro.

Diante do cenário, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta aos Municípios que já implantaram a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e), uma vez que a emissão da nota é de responsabilidade do prestador de serviços. Mas, a gestão do sistema, embora terceirizado, é de responsabilidade do Município, e por isso deve proporcionar condições técnicas para que o contribuinte cumpra com a obrigação acessória.

Incentivo
Os Municípios que usam modelos tradicionais de notas fiscais podem incentivar o prestador de serviço a fazer constar no documento fiscal a referida discriminação. Se houver entendimento e conveniência por parte dos Municípios, também pode ser editado ato legal para estabelecer o procedimento como obrigação acessória. De maneira geral, a CNM destaca que à obrigatoriedade de constar a discriminação dos tributos incidente na transação – tanto na nota fiscal tradicional como na NFE-s – representa um mecanismo que pode contribuir no incremento de receitas próprias, principalmente em as relativas ao Imposto Sobre Serviços (ISS). E por este motivo, é importante a divulgação da lei por parte dos Municípios.

Aplicação
A entidade ressalta ainda que, conforme o Decreto 8.264/2014, a regulamentação é facultativa para os microempreendedores individuais. As microempresas e empresas de pequeno porte podem informar apenas a alíquota em que estão enquadradas no Simples Nacional. Já, as empresas de porte médio e grande têm a obrigação de detalhar os impostos em valores absolutos ou percentuais, por entes tributantes.

Fonte: Capital News – MS

Jan 08

Mais de 57 mil empresas em Mato Grosso têm 2 meses para implantar nota fiscal eletrônica

Os empresários mato-grossenses que ainda vão se enquadrar na Nota Fiscal Eletrônica (NFC-e) terão mais dois meses para implementar o sistema e regularizar as operações. A nova data é dia 28 de fevereiro e a alteração da regra abrange diretamente os micros empresários.

As empresas que tiveram faturamento no exercício anterior a R$ 120 mil ou que, em início de atividade, tenha expectativa de faturamento médio mensal inferior a R$ 10 mil poderão continuar emitindo a Nota Fiscal de Venda a Consumidor modelo 2 ou EFC. Entretanto, se já tiverem usando o NFC-e estarão impedidos de utilizar modelo 2 e EFC. Em Mato Grosso são mais de 70 mil empresas, apenas 13 mil estão credenciadas na Nota Fiscal Eletrônica (NFC-e), informa a assessoria da CDL Cuiabá. O tempo necessário é de 45 a 60 dias para implantar o novo sistema – comprar o equipamento (computador e impressora) treinar os funcionários, registrar o produto e fazer a adaptação ao sistema da Secretaria de Fazenda.

fonte: Só Noticias

Jan 07

Estabelecimentos serão obrigados a emitir nota fiscal eletrônica no Pará

Nota fiscal eletrônica será obrigatória para mais de 760 lojas.

Portaria vale para quem efetue vendas à pessoa não contribuinte do ICMS.

notafe-paraUma portaria publicada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) no Diário Oficial do Estado traz a Instrução Normativa nº 28/14, que regulamenta a utilização da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica, modelo 65. Com a portaria, a partir de 1º de junho de 2015 será obrigatória, para 767 estabelecimentos comerciais, a emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) no Pará.

De acordo com a Sefa, a obrigatoriedade vale para estabelecimentos que efetuem venda ou fornecimento de mercadoria à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Os demais estabelecimentos serão obrigados a emitir NFC-e a partir de junho de 2016. A obrigatoriedade de emissão de NFC-e exclui o Microempreendedor Individual.

A emissão da NFC-e poderá ser feita concomitante com a Nota Fiscal de Venda a Consumidor ou Cupom Fiscal, pelo prazo de seis meses, contados a partir da data do efetivo credenciamento da emissão à NFC-e, pelos estabelecimentos credenciados à emissão da Nota, de ofício ou voluntariamente.

Esgotado o prazo da emissão concomitante, os contribuintes deverão devolver, no prazo de 30 dias, os blocos ou formulários de Nota Fiscal de Venda a Consumidor não utilizados à Coordenação Especial ou Regional da Sefa da sua circunscrição, para serem cancelados.

“A emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou do Cupom Fiscal, após o prazo estabelecido pela Instrução Normativa, tornará os documentos inidôneos”, explica o coordenador do Projeto NFC-e no Pará, José Guilherme Koury, auditor de receitas estaduais. A Sefa estabele ainda que a partir da data de credenciamento à emissão da NFC-e será vedada a concessão de autorização de uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal.

fonte: G1

Dec 19

Comunicado de Fim de Ano

Imagem Cartão2

A Equipe GB deseja a todos um Feliz Natal, Boas Festas e um 2015 de conquistas, repleto de saúde, paz, alegrias e muito sucesso!

Informamos que estaremos em férias coletivas do dia 23/12/2014 até 04/01/2015. Durante esse período atenderemos em regime de plantão pelos endereços eletrônicos:

Vendas – comercial@gbnet.com.br

Suporte – suporte@gbnet.com.br

Dec 17

A tendência de um modelo único nacional para o documento fiscal eletrônico do varejo

A expansão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) pelo Brasil é evidente. Desde a emissão das primeiras NFC-es obrigatórias no Amazonas e Mato Grosso, diversos estados passaram a aderir ao novo documento fiscal eletrônico do varejo. Com isso, muitos lojistas estão constatando na prática as vantagens trazidas pela NFC-e, como a redução de custos e a agilidade nos processos.

A redução de custos ocorre principalmente com a dispensa do equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), de homologações e lacres. Também há uma significativa economia de papel, já que o novo modelo permite a impressão de um comprovante ecológico.

Para o consumidor, os benefícios também são inúmeros. Ele tem mais segurança, pois a NFC-e possui um QR-Code (código de barras bidimensional) lido por qualquer smartphone, que permite a verificação da validade e autenticidade da transação comercial; e ainda traz a possibilidade de receber o DANFE da NFC-e por e-mail ou SMS. A agilidade no atendimento também tende a ser uma vantagem para quem faz as compras. Com a possibilidade de impressão dos comprovantes de qualquer impressora (térmica ou laser) o pagamento pode ser realizado em mais pontos da loja. Além de redesenhar o tradicional layout do ponto de venda, a mudança também promete acabar com filas de espera para pagamento.

Apesar de todas as vantagens esperadas com a implantação da NFC-e ela ainda não é o modelo único. Alguns estados já estabeleceram a obrigatoriedade da NFC-e, outros aderiram ao projeto piloto, mas há casos em que o documento ainda não foi determinado e também, a situação específica de São Paulo, onde a obrigatoriedade é para o uso do sistema SAT CF-e (Sistema Autenticador e Transmissor do Cupom Fiscal eletrônico).

Essa falta de padrão faz com que as empresas com filiais em mais estados, precisem preparar alternativas diferentes em seus sistemas de gestão e vendas. Essa diferenciação não é nada interessante, já que acarreta mais custos e maior tempo para a adaptação.

Por conta disso, acredito que no futuro, os estados adotem um modelo de documento unificado. A tendência atual é que a NFC-e seja este modelo, pois já está definida como a opção da maioria dos estados. A abordagem única seria muito importante, pois teria reflexo direto para o empresário varejista, que teria menos custos de implantação e de manutenção e um processo uniforme em todas suas operações de varejo.

Hoje em dia, seja qual for o segmento, redução de custos e agilidade são sempre fatores primordiais para o sucesso dos negócios.

FONTE: SEGS

Dec 05

Siga a GB no LinkedIn

A GB está presente agora também no LinkedIn, a maior rede social de negócios do mundo.linkedin

O LinkedIn é uma rede social para profissionais e para empresas. As corporações e os usuários podem criar páginas que representam as instituições. Isso facilita o compartilhamento de informações sobre vagas de empregos e notícias de interesse geral.

Por isso, seguir as páginas das empresas pode ser o primeiro passo para receber em primeira mão as notícias profissionais.

Para seguir a GB basta clicar no link abaixo e depois no botão Seguir ou Follow:

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Nov 26

Prefeitura de Porto Alegre implanta nota fiscal de serviços eletrônica

A Prefeitura de Porto Alegre lançou nesta segunda-feira (17) a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). A partir de agora, as empresas contribuintes do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) que atuam na capital estão aptas a fazer a emissão das notas pelo novo sistema, implementado em parceria com o governo do Rio Grande do Sul.

notafiscal-porto-alegreO lançamento foi feito pelo prefeito José Fortunati e pelo secretário municipal da Fazenda, Jorge Tonetto. No ato, foram apresentados a Nota Legal Porto e o site pelo qual as empresas prestadoras de serviços podem emitir a nota fiscal e onde também consta o passo-a-passo para emissão, bem como a lista das empresas que devem se cadastrar neste momento, informações sobre datas de adesão, documentação, benefícios, dúvidas frequentes e contatos com a Secretaria da Fazenda.

O novo sistema começa a operação com 31 empresas já selecionadas. A partir de 5 de janeiro de 2015, haverá o credenciamento de mais empresas por atividade econômica, com inclusão de segmentos também a partir de 1º de fevereiro e 1º de março de 2015.

A Nota Legal é também um programa de estímulo aos cidadãos para que solicitem o documento com CPF, quando contratarem serviços junto aos estabelecimentos credenciados. Entre eles, academias, escolas particulares, lavanderias, creches, colégios, faculdades, cursos de idiomas, construtoras, conserto de eletrodomésticos, cabeleireiros, hotéis, oficinas mecânicas. O sistema deve gerar até o final de 2015 entre R$ 65 mil e R$ 70 milhões para o município, segundo projeção da Secretaria Municipal da Fazenda.

fonte: G1

Nov 19

Nota Fiscal Eletrônica será obrigatória dentro de três meses em Santos, SP

Medida visa propiciar mais agilidade para a fiscalização municipal. Adesão ocorrerá de forma escalonada, em até um ano.

nota2Dentro de três meses, a Nota Fiscal de Serviços Eletrônicos (NFS-e) passará a ser obrigatória em Santos, no litoral de São Paulo. O decreto sobre o novo sistema foi publicado na edição desta terça-feira (11) do Diário Oficial. A medida visa garantir maior agilidade, economia e eficiência na administração do imposto sobre serviços. A adesão ocorrerá de forma escalonada, em até um ano, para todos os prestadores de serviços do município, salvo exceções.

As funcionalidades e obrigações tributárias referentes à emissão da NFS-e obedecem ao Código Tributário do Município e ao regulamento sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza. A Nota Fiscal Eletrônica deve trazer maior agilidade para a fiscalização municipal, no uso do sistema e cruzamento de dados, facilitando o trabalho das contabilidades.

O sistema também ajudará a evitar fraudes, como o espelhamento, valores diferentes em cada via da nota. Por ser eletrônica, todas as informações ficam arquivadas e o acesso a esses dados passa a ser mais rápido.

Para solicitar a NFS-e, é preciso acessar o site portal.gissonline.com.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3201-5025.

fonte: G1

Oct 30

A impressão e emissão de DANFEs (nota fiscal eletrônica) é um problema na sua empresa?

Faça o teste. Responda as questões abaixo. Se você responder SIM a pelo menos uma das perguntas, este artigo é para você.

  • A impressão de DANFE na sua empresa é muito lenta?
  • Você tem problemas de gargalo no faturamento por conta da velocidade de impressão?
  • Caminhões ficam parados nas docas de seu armazém porque o DANFE ainda não foi impresso?
  • Sua empresa precisou reduzir a qualidade do logotipo que aparece na DANFE para aprimorar a impressão, deixando-o reticulado?
  • A área de faturamento fez um upgrade de impressoras para equipamentos mais velozes e com mais memória, mas ainda assim a impressão de DANFE é lenta?
  • Equipamentos com velocidade nominal de impressão de mais de 50 páginas por minuto imprimem DANFEs à razão de 15 páginas por minuto ou menos?
  • Sua empresa investiu milhares de reais no SAP ou outro ERP de grande porte, e tudo funciona bem, mas na hora de imprimir um DANFE o sistema parece uma carroça?

Esses problemas são mais comuns do que se imagina!

Vamos entender a origem do problema?

danfe_gbAntes da Nota Fiscal Eletrônica não havia DANFE. A área de faturamento fazia a impressão de Nota Fiscal, em várias via, em uma impressora matricial. Apesar de haver uma manipulação excessiva de papel, por conta da remalina, separação de vias, etc., a impressão parecia ser mais rápida. O que aconteceu?

O DANFE contém diversos itens gráficos, como o logotipo da empresa, as tabelas, bordas e às vezes sombras, eventualmente marcas d’água e o código de barras. Na antiga impressão de Nota Fiscal na matricial, todos esses elementos estavam pré-impressos. A impressora precisava receber apenas caracteres de texto, com isso não havia sobrecarga de rede e a impressora trabalhava sem esforço.

No caso do DANFE isso não ocorre. As folhas são brancas. A impressora precisa processar todos os elementos citados, e se isso não for preparado de uma maneira otimizada, a impressão sofrerá com perda de desempenho e velocidade.

Mas existe solução? Claro!

A GB Network & Print tem dezenas de casos de sucesso no mercado onde resolveu severos problemas de impressão de DANFE.

Os clientes a seguir são algumas das companhias que usam formulários PCL desenvolvidos pela GB para impressão de DANFE:

  • Grupo Abril;
  • Nestlé;
  • Caterpillar;
  • Pandurata (Bauducco, Visconti, Hershey’s);
  • B2W (Submarino, Americanas.com. Shoptime).

E como funciona essa tecnologia?

Na verdade é relativamente simples. A GB, especialista em programação PCL, desenvolve arquivos digitais que ficarão residentes (salvos) dentro das impressoras. Na rede corporativa vão circular apenas arquivos texto, muito parecido com o que ocorria com as impressoras matriciais. E a área de TI deverá incorporar alguns comandos PCL no arquivo de impressão, sob a orientação da GB.PCL_diagram_big

Se interessou e quer saber mais?

Marque uma visita ou faça um contato telefônico com os especialistas! A GB vai ajudar vocês!

GB Network & Print
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Oct 08

Micro e pequenas empresas têm de informar impostos ao consumidor

Brasília – Desde a segunda-feira (6), micro e pequenas empresas precisam informar os percentuais dos impostos federal, estadual e municipal que incidem sobre seus produtos e serviços. Essa determinação está prevista na Lei do Imposto na Nota – lei 12.741, de 2012. O Sebrae e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa disponibilizaram em seus portais uma planilha que calcula o percentual dos impostos que devem ser divulgados pelas micro e pequenas empresas.

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A Lei do Imposto na Nota foi criada para informar ao cidadão o quanto representa a parcela dos tributos que paga a cada compra realizada. Ela foi regulamentada pelo Decreto nº 8.264, de 5 de junho de 2014. Segundo a lei, devem ser divulgados sete impostos que influem na formação dos preços de mercadorias e serviços: ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide. Para os Microempreendedores Individuais (MEI), a divulgação dessas informações é facultativa.

Na Internet, o empreendedor pode baixar uma planilha que calcula os percentuais, já organizados de acordo com o tributante, conforme determinado pela lei (União, Estado e Município). Além desse cálculo, a ferramenta permite a geração de um cartaz, que pode ser afixado em local visível do estabelecimento comercial e representa uma alternativa à inclusão desses dados nas notas fiscais.

O Sebrae e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa recomendam que os empreendedores também busquem orientações junto a seus contadores. No caso das empresas que já emitem nota fiscal eletrônica, a adaptação imediata à lei é simples. Basta inserir um campo adicional na nota fiscal com essas informações, o que deve ser solicitado à fabricante do software.

Oct 02

Como aumentar a velocidade da impressão do DANFE e emissão da Nota Fiscal Eletrônica?

Passados alguns anos da obrigatoriedade da emissão de Notas Fiscais por meio eletrônico (NF-e) , muitas  empresas ainda tem problemas com o processo de emissão do DANFE,principalmente com a lentidão na sua impressão.

Isso ocorre porque a grande maioria dos sistemas de emissão de Nota Fiscal Eletrônica e Sistemas de Gestão/ERPs não foram otimizados na hora de imprimir. O resultado são impressoras que deveriam imprimir 50 ou 60 páginas de Danfe por minuto imprimindo no máximo 5 páginas por minuto ou menos que isso.

Por que isso acontece?danfe_abril_sample_thumb

O formulário de DANFE é um documento composto de diversos itens gráficos:

  • Tabelas com bordas e sombras;
  • Logotipos e imagens;
  • Código de Barras;

O arquivo de impressão gerado pelo sistema de ERP ou sistema de impressão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) geralmente é gráfico, fazendo com que seu tamanho seja muito maior que preciso e, causando assim, a lentidão na hora de imprimir.

Para solucionar esses problemas a GB Network & Print oferece a solução, convertendo o DANFE para a linguagem PCL.

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Alguns benefícios dessa solução:

  • Desempenho: A impressão das Notas Fiscais (DANFE) será feita na velocidade máxima da impressora;
  • Segurança: Todos os itens gráficos estarão armazenados na impressora laser ao invés de serem enviados a cada página pelo sistema ERP;
  • Redução no tráfego de rede: os arquivos de impressão de NF-e serão basicamente texto e  terão tamanhos muito menores, em geral inferiores a 5KB por página,;
  • Gestão: A administração dos formulários pode ser feita de maneira remota;
  • Maximização dos recursos: As impressoras laser podem armazenar arquivos PCL de diferentes layouts e não apenas de DANFE (exemplo: Boleto Bancário), podendo conter centenas ou milhares de formulários, logotipos e códigos de barras diferentes;

As empresas abaixo são exemplos de casos de sucesso da GB, aonde o problema de lentidão da impressão da Nota Fiscal Eletrônica foi solucionado com a nossa solução de DANFE em PCL. Clique no logo das empresas para ver maiores detalhes sobre o caso de sucesso:

400px-Editora_Abril_logo_1990.svgASTAR-Nestle-To-Boost-Food-Nutrition-RD-In-Singapore

Clique aqui e conheça mais sobre o sistema ideal para sua empresa ou entre em contato com a GB:

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Oct 01

O que é SPED e os benefícos da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e

A silgla SPED é a abreviação de “Sistema Público de Escrituração Digital”.

No Brasil, em razão da independência e competência tributária de Estados e Municípios muitas são as regras locais que são diferentes umas das outras. Por causa disso, os documentos fiscais, também chamados de notas fiscais, eram – em alguns casos ainda são – diferentes em vários lugares do país. A construção de um modelo único de nota fiscal em todo o território nacional era premente para implementação de todo projeto SPED, uma vez que, o layout dos arquivos tem que ser igual para todos os contribuintes brasileiros, esteja ele onde estiver do país.

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Outros benefícios sentidos foram os seguintes, para as empresas: redução no custo de emissão das notas em papel – com a nota eletrônica o papel acaba e as infinitas vias de notas fiscais antes necessárias para atender a legislação transformam-se em no máximo uma (que nem era para existir, mas, serve para acompanhar a mercadoria no transporte e chama-se DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica –, Possibilita a melhoria e o aperfeiçoamento dos processos internos de faturamento e logística operacional, entre outros. Para o Fisco os benefícios são: Melhoria na qualidade da informação com o consequente aperfeiçoamento dos processos de controle fiscal, aperfeiçoamento do combate à sonegação, uma maior integração entre os fiscos e melhor controle administrativo e a redução do envolvimento involuntário em práticas fraudulentas.  Já para a sociedade é a redução do “Custo Brasil”, incentivar o relacionamento eletrônico entre empresas e a preservação do meio ambiente pela redução de consumo de papel.

Bom, então a Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital e que tem por função acobertar a circulação de mercadoria e a prestação de serviços ocorrida entre as partes.

O grande diferencial do projeto é conceitual, antes quando emitíamos uma nota fiscal – não importando o método, a mão, datilografada, impressão – o Fisco não tomava conhecimento dessa transação, sabia no mês seguinte do volume das transações feitas. Tínhamos uma autorização prévia para emissão de certa quantidade de notas fiscais e íamos renovando quando terminava aquela determinada quantidade. Nesse novo método, o Fisco fica sabendo em tempo real da transação que será feita pela empresa, porque a autorização é dada no momento da emissão, de forma on line.

Então, quando estamos preparando, por exemplo, um caminhão para levar determinada mercadoria, o Fisco já sabe qual é essa mercadoria e para onde será enviada. Além do Fisco Estadual do emitente receber o arquivo, no caso de venda de mercadorias, o Fisco de destino também recebe uma cópia instantânea do documento. Com isso, em operações interestaduais a fiscalização de barreira ficou bastante fortalecida.

Para ser enviada a nota eletrônica precisa ser assinada digitalmente, para dar validade jurídica à transação, isso é feito com certificado digital emitido por certificadora credenciada e autorizada.

O certificado digital pode ser em cartão com chip ou armazenado em um token – parecido com um pen drive – ou ainda gravado na máquina do seu portador (este menos recomendado). É uma identidade digital, como um CNPJ ou CPF. Ressalto que os certificados devem ser muito bem guardados pelos empresários, porque tem validade jurídica em todo país como uma assinatura e, nesse caso, não pode ser contestada na justiça porque quem porta o certificado possui a senha de acesso. Portanto, não entregue seu certificado para outra pessoa, porque é o mesmo que dar um cartão de banco com senha.

Fonte: JE

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Sep 24

4 vantagens do uso da nota fiscal eletrônica (NFe)

A tecnologia vem beneficiando a regularização de negócios e empresas, principalmente quando o assunto é o Fisco. Há 5 ou 6 anos atrás a sonegação de notas fiscais era algo comum e, obviamente o governo perdia muito em arrecadação com isso.nfe-vantagens

A solução encontrada foi usar a tecnologia à favor da regulamentação. Isso é fato, uma vez que as ferramentas tecnológicas irão cada vez mais fazer parte de nossas finanças, gerando maior transparência e claro, não deixa de ter uma enorme vantagem ambiental.

Em breve, segundo a SPED (Sistema Público de Escritura Digital), nenhuma empresa poderá aceitar uma nota que não seja a própria NFe. A mudança é inevitável e deve ser vista como uma oportunidade para uma nova adequação da gestão financeira.

Hoje estamos muito próximos dessa situação, já que e-commerce e empresas prestadoras de serviços já utilizam, obrigatoriamente a nota fiscal eletrônica.

Por isso, separamos a seguir alguns pontos importantes da NFe que talvez você ainda não saiba.

#1. O custo de papel e a necessidade de espaço físico

A nota fiscal eletrônica elimina o custo de papel que deve produzido em gráficas especializadas e da necessidade de um espaço físico adequado para o armazenamento das notas. Além disso, elimina um custo de impressão dessas notas, uma vez que o custo de informatização é muito menor.

Essa logística (inclusive a redução do tempo de parada em postos fiscais) é evitada pois o acesso é feito de forma rápida, precisa e segura.

O envio da Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) que acompanha a mercadoria, no caso de venda de mercadoria, facilita todo o processo de consulta da nota fiscal eletrônica.

No caso de serviços, a nota pode ser automaticamente enviada via e-mail, uma vez que o cadastro da sua empresa na prefeitura já emite um alerta em seu e-mail toda vez que alguma empresa emitir alguma nota em seu nome.

#2. Melhoria da gestão financeira

A até então a burocracia tão exigida na área financeira, é simplificada e, para funcionar perfeitamente deve contar apenas com o engajamento por parte dos envolvidos no processo para que todos os passos sejam feitos de forma segura.

Isso gera um grande conforto além de otimizar todos os processos de armazenagem e gerenciamento de dados, o que traz uma facilidade incrível no intercâmbio de informações.

Além disso, é possível controlar de maneira fácil a sua escrituração contábil, com base nas notas fiscais enviadas e recebidas, guardando os Danfes por e-mail e enviando sua cópia diretamente para a contabilidade.

#3. Cidadania

A NFe traz consigo a oportunidade de uma maior fiscalização na área tributária, o Estado e os cidadãos ganham com isso.

O maior exemplo disso é o caso da especificação do CPF na nota fiscal em São Paulo envolvendo o então ICMS.   A nota também traz planejamentos mais detalhados e maior engajamento por parte das empresas e dos contadores.

Isso facilita a fiscalização, uma vez que o controle de mercadoria e prestação de serviços ficam amarrados às notas emitidas por fornecedores e, seu cruzamento com as informações da Super Receita, cruzam a veracidade do valor declarado com o valor recebido.

#4. Elimina possíveis erros

A NFe evita erros de digitação e possui uma transparência que é de extrema importância para erros comuns em notas fiscais em papel (principalmente, na área de escrituração).

O acesso a esses documentos é feito de forma ágil e rápida já que é necessário apenas um computador com acesso à internet e um certificado digital que pode ser adquirido em agências dos Correios a um valor acessível, e muito menor aos custos de impressão de notas, no final das contas.

A Secretária da Fazenda extrai todas as informações necessárias trazendo eficiência no processo, já que as notas ficam armazenadas no próprio sistema.

A sua empresa está preparada para a NFe?

Vale ressaltar que a nota fiscal eletrônica não é nenhuma novidade na vida das empresas e, que provavelmente ela já faça parte da rotina da sua empresa.

Por outro lado, é importante ressaltar seus benefícios pois muitas empresas ainda estão em fase de migração e, ainda se preocupam com a eficiência do sistema de NFe.

Por isso, é importante ressaltar que as empresas devem estar preparadas para essa nova realidade que traz diversos benefícios tanto para quem emite, quanto para os compradores e toda a área contábil.

A finalidade da NFe é nos levar à uma nova era de modernização tributária, em que as empresas devem estar alinhadas e engajadas para que todos os processos necessários sejam feitos de forma eficiente.

Fonte: Blog da Intoo

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