Feb 03

Novo sistema de regime aduaneiro entra em vigor em 90 dias

Nos próximos 90 dias, indústrias de todo o País poderão exportar mercadorias sem pagar tributos federais na compra de insumos. Esse é o prazo que as empresas terão para aderir ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial com controle informatizado (Recof–Sped).

Regulamentado na última quarta-feira (27) no Diário Oficial da União, o Recof–Sped só entrará efetivamente em vigor daqui a três meses, quando as empresas poderão aderir ao novo sistema, que usa as notas fiscais eletrônicas para registrar as transações. Segundo o subsecretário substituto de Aduana e Relações Internacionais da Receita, José Carlos de Araújo, a expectativa é aumentar em 50 vezes, de 20 para 1 mil, o número de indústrias que fazem parte do Recof.

“A grande vantagem de usar a escrituração eletrônica é a redução de custos. A empresa não terá mais de desenvolver sistemas para a Receita monitorar a compra de insumos, a produção e a movimentação de estoques. Tudo será levantado automaticamente por meio da nota fiscal eletrônica”, explica Araújo. Segundo ele, o desenvolvimento do sistema de acompanhamento usado até agora no Recof tradicional custa, em média, R$ 2 milhões, o que restringia o regime especial a grandes indústrias.

porto-exportaçãoCriado em 1997, o Recof permite que as indústrias exportadoras comprem insumos no mercado doméstico e interno com suspensão de tributos federais: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Imposto de Importação, no caso das mercadorias importadas. A indústria, no entanto, tem até dois anos para exportar a mercadoria. Caso contrário, o Fisco cobrará os tributos sobre as matérias-primas.

Em 2015, as 20 empresas que aderiram ao Recof importaram US$ 6,8 bilhões com isenção de tributos e exportaram US$ 9,6 bilhões. Segundo o subsecretário substituto da Receita, o órgão estima que as mil indústrias que podem fazer parte do Recof–Sped exportem até US$ 50 bilhões por ano por meio da modalidade.

Araújo ressaltou que o Recof tem vantagens em relação ao drawback, regime operado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento que oferece benefícios semelhantes. Segundo ele, a diferença não está no tipo de benefício tributário, mas no modo de operação. O drawback precisa de autorização para cada etapa da cadeia produtiva e é indicado a indústrias que exportam eventualmente. O Recof, no entanto, representa uma autorização permanente, bastando a empresa se habilitar no regime especial.

fonte: IG

Jan 28

Santa Catarina emite a primeira Nota Fiscal Eletrônica para o produtor rural

Nota_Fiscal_Eletronica_Rurual_Colombo-300x200O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (foto ao lado), e o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, participaram, na manhã desta quarta-feira, 20, em Chapecó, da abertura da 21ª edição do Campo Demonstrativo Alfa, o CDA 2016. O evento técnico-informativo é destinado aos familiares de agricultores associados da Cooperativa Agroindustrial Alfa (Cooperalfa). Durante o evento, foi firmado convênio de R$ 150 mil para aprendizagem rural e emitida, em tempo real, a primeira Nota Fiscal Eletrônica para o produtor rural.

No local, os agricultores podem trocar experiências e conhecer as novidades de todas as atividades desenvolvidas pela cooperativa, como, por exemplo, suinocultura, bovinocultura leiteira, bovinocultura de corte, avicultura, produção de grãos, entre outros.

O governador Raimundo Colombo destacou o agronegócio como uma das atividades econômicas mais importantes do Estado e do Brasil e reforçou que o modelo é uma referência aos valores e princípios trazidos pelos colonizadores e cultivados pelas famílias.

“Hoje, aqui, estamos reconhecendo o sucesso de um setor que faz forte a nossa vida em comunidade, que se faz importante na quantidade que produz, nas oportunidades que gera e na forma como distribui o bem-estar às pessoas. É um setor que se faz tão imponente por agregar o trabalho, a tecnologia e o modelo de cooperação que tem como princípio a solidariedade e a promoção de oportunidades iguais para todos”, disse Colombo.

O governador também destacou as conquistas do setor e a contribuição do segmento para manter o modelo econômico do Estado, que, mesmo com a crise, vem permitindo um cenário de equilíbrio fiscal, ao contrário do que ocorre na maioria dos outros estados brasileiros. “Santa Catarina, no agronegócio, é uma referência para o Brasil e para o mundo. Nós conseguimos, em um curto espaço de tempo, ocupar um espaço extraordinário na economia brasileira e mundial e somos reconhecidos pela qualidade do nosso produto. Isso permitiu que Santa Catarina alcançasse um bom nível de prosperidade”. Colombo citou indicadores sociais que apontam, por exemplo, o nível de empregos. Dados do IBGE apontam que, enquanto no Brasil a faixa de desemprego é da ordem de 9%, no Estado está na faixa de 4%.

O secretário da Agricultura Moacir Sopelsa acredita que a excelência do agronegócio catarinense é fruto de uma combinação de esforços entre o Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais. “Juntos, conseguimos alcançar um status sanitário diferenciado que nos permite exportar para os mercados mais competitivos do mundo”. Sopelsa ressaltou ainda a importância do Campo Demonstrativo Alfa para a troca de informações e o compartilhamento de conhecimento entre os produtores rurais. “Eventos como este contribuem para o desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina”, afirmou.

Ao dar as boas vindas aos participantes, o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet, também destacou a força econômica do agronegócio e reforçou o convite para que as famílias não só conheçam as novidades, mas as apliquem no trabalho do dia a dia de forma a melhorar cada vez mais a produção, a renda e a gestão das pequenas propriedades. “Vamos continuar fazendo a nossa parte com a dedicação e qualidade de sempre”.

Esse ano, uma das novidades do evento fica por conta de um nicho de mercado que está evoluindo e pode se tornar uma importante fonte de renda para as famílias que vivem próximas a centros consumidores como Chapecó, por exemplo. É o cultivo protegido de hortifrutigranjeiros. Os vegetais são cultivados com fertirrigação, prática que potencializa a produção e, ao mesmo tempo, promove economia no uso de insumos. O modelo pode ser conhecido no campo demonstrativo.

Segundo os organizadores, durante os três dias de evento, o CDA 2016 deve reunir um público de aproximadamente sete mil participantes em Chapecó.

Novidade

Com a nova opção, o agricultor que tiver acesso à internet pode imprimir o documento em poucos cliques, sem precisar sair de casa. O secretário de Estado da Fazenda, Antonio Marcos Gavazzoni, explicou que Santa Catarina é o primeiro estado do Brasil a oferecer o serviço e que a ferramenta vai trazer mais agilidade e conforto para o pequeno produtor.

“Representa a desburocratização e a facilitação da vida do produtor. O sistema atual é muito cansativo e exige o deslocamento do produtor até os órgãos de controle para a emissão e validação do documento fiscal. A partir de hoje é tudo eletrônico e o impacto das pessoas envolvidas com o processo e já treinadas pelo novo modelo é muito positivo com essa iniciativa pioneira do estado de Santa Catarina”, afirmou Gavazzoni.

fonte: EconomiaSC

Jan 26

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor cresce 27%

ncfeNo mês de dezembro, quando o comércio varejista é mais aquecido com as compras natalinas, o volume de emissão da Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e) expandiu 27,22% sobre o mês anterior. Dados do Núcleo de Análise e Planejamento de Documentos Fiscais da Receita Estadual mostram que as emissões do NFC-e ultrapassaram o volume de 10 milhões de unidades no mês de dezembro, contra 7,871 milhões de NFC-e, em novembro. No acumulado do ano, as emissões alcançaram 45,825 milhões de notas na nova modalidade, que reduz custo às empresas e amplia o serviço aos consumidores.

Como a obrigatoriedade do NFC-e segue um cronograma, apenas alguns segmentos do varejo na Paraíba estão emitindo a nova modalidade. O novo serviço implantado para as empresas varejistas paraibanas no ano passado, que faz parte da modernização da Receita Estadual, traz redução de custos para empresas e ampliação de serviços de recuperação da nota para os consumidores.

A expansão deve continuar em janeiro deste ano. No cronograma de implantação da NFC-e, os estabelecimentos de varejo com faturamento acima de R$ 9 milhões por ano na Paraíba, passaram a emitir a nota fiscal eletrônica dentro desse novo modelo desde o dia 1º de janeiro. Serão mais 295 estabelecimentos do varejo. Atualmente, 3.309 estabelecimentos do varejo já emitem efetivamente a NFC-e na Paraíba.

CRONOGRAMA DE EMISSÃO: Em julho deste ano, será a vez das empresas varejistas com faturamento acima de R$ 5,5 milhões, tomando como base em 2014, que passarão a emitir Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e).

A obrigatoriedade da NFC-e foi iniciada em julho de 2015 com as empresas varejistas com faturamento superior a R$ 25 milhões ao ano. Em agosto, as empresas do comércio varejista de combustíveis de Gás Liquefeito de Petróleo (postos de combustíveis) e revendedores de gás de cozinha entraram na obrigatoriedade. Na sequência, no mês de outubro, o segmento de bares, restaurantes, lanchonetes, buffet, casas de chá, cantinas e similares e o quatro grupo foi o de comércio varejista de bebidas com faturamento acima de R$ 600 mil no ano, que começou a emitir a NFC-e em dezembro. Por último, veio neste mês de janeiro as empresas com faturamento acima de R$ 9 milhões por ano na Paraíba.

REDUÇÃO DE CUSTO – A implantação do novo serviço da NFC-e tem como objetivo reduzir os custos das empresas varejistas com a dispensa do uso de impressora fiscal ECF (Emissor do Cupom Fiscal), pois cria a possibilidade de abrir novos caixas de pagamento com impressoras não fiscais. Já para o consumidor, além da compra ficar mais simplificada, terá acesso aos documentos fiscais, que ficarão arquivados de forma eletrônica, no portal da SER-PB (https://intranet/ser/servirtual/documentos-fiscais/nfc-e), garantindo autenticidade de sua transação comercial e recuperação do cupom fiscal a qualquer momento.

Com informações da numeração da chave de acesso impressa na NFC-e ou incluindo o CPF na nota fiscal, o consumidor passa a ter com a nova tecnologia acesso à nota na hora que precisar, via meio eletrônico. Já a empresa varejista incluída na obrigatoriedade continua sendo obrigada a imprimir o cupom fiscal de impressoras convencionais, mas ganha a flexibilidade de imprimir de impressora não fiscal o cupom, o que pode gerar uma economia de 30% nos custos para as empresas varejistas.

ACESSO VIA QR-CODE – O consumidor também poderá consultar a nota no Portal ou receber tudo via e-mail. O código do QR-Code será impresso no Documento Auxiliar da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (Danfe NFC-e), que conterá mecanismo de autenticação digital, baseado em código de segurança fornecido pela SER-PB ao contribuinte.

Dec 01

Compre seus códigos de barras pelo novo E-Commerce da GB!

botao-ecommerce-600x600Em 2015 a GB Network & Print completou 20 anos de existência atendendo pequenas, médias e grandes empresas nos mais variados segmentos do mercado brasileiro.

Recentemente lançamos no site de vendas (Loja Virtual) aonde nosso clientes podem comprar vários fontes de códigos de barras diferentes, e futuramente outras soluções.

Nosso e-commerce utiliza os serviços do UOL / PagSeguro  para gerenciar o pagamento e cobrança de nossos clientes, num ambiente totalmente seguro e criptografado.

Aproveitem os preços promocionais com até 50% de desconto para compras feitas até o final de 2015!

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Nov 05

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica traz economia para as empresas

Visando reduzir custos, automatizar a emissão e transmissão de informações para a Fazenda e modernizar a contabilidade das empresas, muitos estados estão adotando a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). Trata-se de uma novidade que promete tornar mais simples a administração de negócios, mas que ainda vai demandar algumas adaptações por parte do empresário.

NFC_eAlém de trazer maior economia para as empresas, a obrigatoriedade da nota eletrônica irá facilitar o controle contábil. Na prática, a NFC-e permite que os contadores fechem o balanço da empresa apenas acessando o computador. O proprietário, por sua vez, também pode administrar a loja pela internet, acompanhado as informações em tempo real.

A imagem ao lado é um exemplo de NFC-e emitida no Paraná.

Outra mudança importante é que as lojas não precisarão mais adquirir uma impressora fiscal para emitir as notas – as máquinas custam cerca de R$ 2,5 mil. A empresa também precisa adquirir um certificado eletrônico, que sai em torno de R$ 150. A NFC-e pode ser emitida através de impressoras convencionais, que são muito mais baratas. O processo demanda um software, mas já existem alguns programas gratuitos, como um que foi desenvolvido pela Associação Comercial do Paraná.

O único inconveniente da nota eletrônica é que a loja precisa ter conexão com a internet para realizar a emissão e fechar a venda. Em lugares remotos, é possível que o empresário tenha que buscar alternativas como conexão a rádio. Existe também um processo de contingência que permite a venda off-line, mas é preciso entrar na internet logo depois para processar as notas pendentes.

O processo de adoção da NFC-e varia para cada estado. Em Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe, Paraíba, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Acre e no Distrito Federal, ela já é obrigatória, mas os estabelecimentos ainda têm um período para se adaptar à novidade. Nos demais, a adesão é voluntária ou a situação ainda não está definida

Fonte: Sebrae / Terra

Oct 07

GB soluciona problema de lentidão de impressão de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) grande Editora/Gráfica Nacional.

Caso de Sucesso – impressão de DANFE em grande Editora/Gráfica Nacional.

Veja no caso de sucesso abaixo, como a GB solucionou o grave problema de lentidão nas impressões dos DANFEs (Nota Fiscal Eletrônica).

Cliente: Grande Editora/Gráfica Nacional

Problema: No início de 2010, a empresa logística do grupo procurou a GB para resolver um problema pontual na lentidão de impressão de DANFE.

Solução: Após várias reuniões em conjunto discutindo qual seria a melhor solução concluiu-se que a solução de DANFE PCL seria a mais indicada. Testes conceituais foram feitos e proposta foi aprovada. Todo processo foi implantado com êxito em poucas semanas. Veja exemplo de parte do formulário DANFE abaixo:

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 Clique aqui para maiores detalhes sobre a solução DANFE em PCL

Repercussão: No final de 2010 essa editora decidiu adotar a solução de DANFE PCL para outras empresas do grupo.

Resultado: Está em uso até hoje, tanto na Editora como nas demais empresas do grupo.

Para saber mais informações sobre essa solução, entre em contato com a GB, líder no mercado brasileiro em soluções de impressão desde 1995:

GB Network & Print
TEL: (11) 5535-4857
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Sep 30

Como converter arquivos de impressão PCL para documentos PDF

O EscapeE é a solução líder de mercado na visualização e conversão da linguagem PCL. É uma ferramenta versátil, simples e leve que visualiza e converte PCL e outras linguagens de impressão para vários formatos de arquivo impressos e eletrônicos.As características originais e recursos avançados do EscapeE melhoram a produtividade e reduzem custos.

Distrbuido com exclusividade no Brasil pela GB Network & Print, várias empresas no mercado Brasileiro utilizam essa ferramenta para converter arquivos de impressão PCL 5 ou 6 para PDF.

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Com essa solução é possível:

  • Visualizar arquivos PCL / HPGL / PCL3GUI, AFP, PDF, Postscript, TIFF / FAX, JPEG, PNG e texto.
  • Converter para PDF, BMP, TIFF, PostScript níveis 2 e 3, XPS, IDF, PNG, JPEG, PCL, HTML, XML, texto ou ou IMG e AFP, para impressão em equipamentos de produção Xerox e IBM.
  • Visualizar e converter PDF.
  • Divisão ou fusão de documentos.escapee_pct_para_pdf
  • Adicionar códigos de barras dinâmicas para arquivos PCL.
  • Adicionar marca d’água.
  • Extrair XML
  • Extrair dados para XML
  • Reorganizar caracteres de fonte bitmap
  • Recuperar texto e arquivos XML a partir de documentos PCL.
  • Automatizar as operações em modo lote.
  • Analisar fluxos de dados PCL.

Conheça um dos casos de sucesso, aonde uma grande empresa de Telecom utilizou a solução EscapeE para converter impressões PCL, de 2a via da Nota Fiscal (da conta de celular), oriundos do Mainframe para PDF.

Veja abaixo alguns casos de sucesso de empresas que utilizam essa solução no Brasil:

bauducco_Logo                eve_p_rgb [Converted]nestle_logo-2

officer_logo            1024px-Nexans.svg

Para maiores detalhes dessa solução entre em contato conosco:

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Sep 16

Nota Fiscal Eletrônica traz sustentabilidade e desburocratização para as empresas de São Paulo

FONTE: R7

Emitir notas fiscais sem precisar imprimir. Essa é uma realidade em São Paulo que algumas décadas atrás não seria possível sequer imaginar. Tecnologia a serviço de um mundo mais sustentável e menos burocratizado. Esses são alguns dos benefícios da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) em São Paulo.

A capital paulista é uma das cidades que adotou o processo totalmente virtual de controle fiscal. Dessa forma, as empresas não precisam gastar tanto com impressões e nem arquivos físicos, além de evitar a produção de papelada desnecessária, que em médio prazo, viraria lixo.

Vantagens da Nota Fiscal de Serviços de Eletrônica para as empresas

Atitude ecologicamente correta: Consumo consciente não é apenas uma palavra da moda, mas uma atitude que veio para ficar, principalmente no meio corporativo. O descarte correto do papel e do cartucho da impressora, por exemplo, são frutos das mudanças que a sustentabilidade vem trazendo. Mas, pensar se vale realmente a pena imprimir algo é o ponto de partida. Ou seja, as empresas vem contribuindo para formar cidadãos mais conscientes e trabalhadores mais eficazes.NFE-nota-fiscal-eletronica-logo

Melhor gestão de tempo: Administrar bem o tempo é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Preencher notas fiscais automaticamente, com base nos dados da prefeitura de São Paulo, é possível com a adoção da virtualização do processo. Dessa forma, é possível evitar erros (que poderiam acontecer quando o processo era manual) e ter a garantia de que as informações são seguras. Com essa simples mudança, os profissionais podem focar em atividades prioritárias e aumentar a produtividade do negócio.

Redução de custos com impressão: Em São Paulo, comprar blocos impressos de notas fiscais é coisa do passado. A emissão é totalmente virtual. Com o processo totalmente automatizado, emitir notas fiscais de serviço eletrônica é bem mais ágil. Com a ajuda de um sistema de gestão online, é possível emitir até 1000 NFS-e por mês, sem precisar imprimir nada.

Menos gastos com armazenamento físico: Notas fiscais precisam ser guardadas por, no mínimo, 5 anos. Mas, com a virtualização do processo de emissão, os custos com a manutenção dos documentos impressos podem ser reduzidos. A facilidade da segurança da tecnologia em nuvem possibilita que o arquivo XML da NFS-e possa ser acessado, de qualquer lugar, por tablet, notebook ou smartphone. Sem notas fiscais impressas, a empresa gasta muito menos com o armazenamento físico de documentos.

Quem precisa emitir Nota Fiscal Eletrônica em São Paulo?

Serviços realizados precisam ser documentados pelas prestadoras. Elas precisam emitir notas fiscais (Nota Paulistana ou Nota Paulista) para as empresas que receberam o serviço prestado (também chamadas de tomadoras). Esse procedimento é obrigatório para os negócios que são tarifados com Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza e Taxas (ISS), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

A diferença entre Nota Fiscal Paulistana e Nota Fiscal Paulista

Escolas particulares, academias, estacionamentos, entre muitos outros, são alguns dos estabelecimentos comerciais que precisa emitir Nota Fiscal de Serviços Eletrônica. A Prefeitura de São Paulo criou um programa conhecido como Nota Fiscal Paulistana em que as emissões de NFS-e geram créditos. Eles podem ser utilizados para desconto de até 100% no IPTU ou transferências para poupança ou conta corrente.

Postos de gasolina, restaurantes, supermercados (entre outros estabelecimentos em que as atividades geram tributação de ICMS) se enquadram no Programa Nota Fiscal Paulista que é do governo do Estado de São Paulo.

São Paulo: capital financeira do Brasil

São Paulo é a cidade mais rica do Brasil. Lá existem oportunidades únicas de negócios. Grifes de luxo e filiais das principais multinacionais, por exemplo, estão situadas na capital paulista. Além disso, a única bolsa de valores em operação no país, a BM&F Bovespa, está localizada no município. Por ser considerada a capital financeira do Brasil, São Paulo também concentra sucursais das maiores empresas de comunicação, além de filiais dos maiores bancos, corretoras financeiras, entre tantos outros segmentos de negócios.

Com diversos cartões postais, o município atrai turistas do Brasil e do mundo (não só a trabalho). O Parque do Ibirapuera, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e a Avenida Paulista são alguns dos locais que são parada obrigatória na maior cidade da América Latina.

Aug 21

Como imprimir o código de barras GS1 EAN 13 no seu produto

Você é fabricante ou importador e precisa de um código de barras para seu produto?

Para que você possa vender seu produto nos grandes varejistas do mercado, ele precisa ter um código de barras no padrão GS1/EAN 13 impresso na sua embalagem.

O Código GS1-13, também conhecido como EAN-13  ou GTIN, é o padrão de código de barras utilizado em dezenas de países em todo o mundo, com o objetivo de identificar produtos comercializados no varejo.

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O padrão EAN-13 é utilizado na maioria dos produtos, já o código EAN-8, é utilizado em embalagens menores, como por exemplo: "Balinhas TIC-TAC", pelo fato dessas embalagens não suportarem um código maior com 13 dígitos. Desta forma utilizam o código EAN-8, que possui apenas 8 dígitos.

Para resolver esse problema sua empresa deve comprar uma fonte de código de barras, a mais comum é a fonte no formato Windows True type, para gerar todos os códigos dos seus produtos através do Word, Excel ou qualquer outro aplicativo Windows.

Clicando no botão “Comprar” abaixo você será direcionado ao site de vendas online da GB Network & Print.

ean13-gs1-codigo-barras-produto-gbnet-380

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Com 20 anos de mercado a GB já vendeu soluções de códigos de barras para milhares de empresas em todo o Brasil. Veja abaixo alguns casos de sucesso:

clientes_gbnet_codigos_barras_380

Se sua empresa precisar de uma fonte num formato diferente (Postscript, PCL, AFP, etc) ou outro tipo de solução de código de barras, por favor entre em contato com a GB:

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Aug 18

Download da Fonte de Código de Barras Code 128 / EAN GS1 128 no formato Windows True Type

O código de barras GS1 128 é também conhecido como EAN 128, UPC 128 ou CODE 128.. Mais abrangente que os demais códigos, o EAN 128/UPC 128 é complementar, baseado em prefixos de aplicações, identificando o significado e o formato de dados. O EAN 128/UPC 128 pode, inclusive, ser aplicado em unidades de distribuição, permitindo a identificação de número de lote, série, fabricação, validade, textos livres e outros dados. O EAN 128 / UPC 128 é o único do sistema EAN alfanumérico composto conforme sua aplicação.

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Exemplos de utilização do GS1 128:

• Código de barras utilizado na Nota Fiscal Eletrônica / Danfe
• Nota Fiscal Laser;
• Controle interno de empresas

Baixe a versão DEMO da nossa fonte Code 128 para Windows (Ture Type – TTF) clicando no botão abaixo:

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Atenção: a versão demo da fonte não possui todos os caracteres, pois é apenas para testar o funcionamento do código de barras. Para adquirir a versão completa (FULL) desta fonte clique no botão abaixo e acesse a nossa loja virutal:

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Se preferir, entre em contato conosco:

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Aug 17

Como baixar a Fonte do Código de Barras DUN 14 / GS1 14 / GTIN / SCC 14 para pallets e caixas com vários itens

O Fonte de Código de Barras DUN 14, também conhecido como GS1-14, ITF-14, GTIN-14 ou SCC-14, é o Barcode utilizado em para identificar caixas de transporte, containers, paletes, etc e permite comerciantes, varejistas e atacadistas a verificação e baixa de múltiplas unidades de produto de uma só vez.

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Para baixar a versão de demonstração desta fonte clique no botão abaixo.

download-demo Atenção: a versão demo da fonte não possui todos os caracteres, e serve apenas para testar o funcionamento do código de barras. O pacote de arquivos acompanha manual com as instruções de instalação e funcionamento do fonte.

 Para comprar a versão completa (FULL) e 100% funcional desta fonte, clique no botão abaixo e acesse nossa loja:


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Jun 11

Nota Fiscal Eletrônica será obrigatória para postos de gasolina

A obrigatoriedade do uso da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) pelos empresários do Paraná está em contagem regressiva para começar. Para postos de combustíveis, restam 30 dias para a substituição do cupom fiscal e da nota fiscal de venda ao consumidor pelo novo documento, que tem existência apenas digital e é emitido e armazenado eletronicamente. De acordo com o cronograma da Receita Estadual, a adesão de todas as empresas do Estado deverá acontecer até janeiro de 2016. 
Em abril, o Governo do Paraná publicou no Diário Oficial a resolução Sefa 145, que estabelece a obrigatoriedade da emissão da NFC-e a todos os estabelecimentos de varejo do Estado. A medida abrange cerca de 203 mil estabelecimentos. Estão liberados da exigência apenas os microempreendedores Individuais (MEIs). 
A NFC-e vai trazer maior agilidade ao processo de compra e mais segurança ao comerciante, ao consumidor e ao fisco estadual. Também vai reduzir custos operacionais, porque permite o uso de equipamentos mais simples. 
SEGMENTOS – O primeiro segmento que terá de adotar a NFC-e é o de comércio varejista de combustíveis, cujo prazo é 1 de julho de 2015. Depois, em 1 de agosto, será a vez de lanchonetes, restaurantes, bares, livrarias, comércio varejista de artigos de viagem e também de munições e armas. No começo de setembro, entram as lojas de automóveis, calçados, tecidos, bijuterias e outros. 
Em outubro, vence o prazo para padarias, relojoarias, suprimentos de informática, iluminação e comércio de produtos usados. Na sequência, em novembro, encerra o prazo para vestuário e material de construção. Em dezembro, será a vez das lojas de departamento, de conveniência, brinquedos e tabacarias, entre outras. Em janeiro de 2016, supermercados, açougues e farmácia vão adotar a NFC-e.
NA FRENTE – Algumas empresas que saíram na frente e já adotaram a NFC-e aprovam a mudança. É o caso do Auto Posto Sorriso, que fica no bairro Mercês, em Curitiba. 
Diogo Gomes, administrador do estabelecimento, conta que não gosta de deixar as coisas para a última hora e, como sua impressora fiscal estava ficando sem memória, optou por antecipar a troca. Realizou alguns dias de testes e, em 12 de maio, fez a substituição definitiva. “Gostei bastante, porque trouxe agilidade na operação e passa uma imagem de credibilidade”, diz ele, que tem recebido ligações de amigos de outros postos que querem conhecer o modelo. 
Outra empresa que se adiantou foi a Distribuidora de Tintas Darka, que tem 20 lojas no Paraná. O diretor administrativo, Carlos Ballarotti, explica que começou o processo em novembro e primeiro fez a mudança em três unidades. Como a experiência deu certo, em março todas as lojas passaram a adotar a NFC-e. “Tínhamos muito trabalho manual com o cupom fiscal. A NFC-e é mais prática”, afirma o diretor. 
COMO ADERIR – Independentemente do cronograma de obrigatoriedade, as empresas podem antecipar sua adesão à NFC-e. Para adotar o novo modelo o contribuinte precisa ter um certificado digital, padrão ICP-Brasil, adquirir um sistema emissor de NFC-e, formalizar o respectivo pedido de uso do sistema e solicitar o Código de Segurança do Contribuinte – CSC na área restrita do Portal da Secretaria de Estado da Fazenda (www.fazenda.pr.gov.br). 
Mais orientações sobre credenciamento de emissores podem ser obtidas no Portal SPED/PR (www.sped.fazenda.pr.gov.br).

May 04

GB indicada ao prêmio de Industrial do Ano 2015 na categoria Prestador de Serviços à Indústria

logociesppequenoA Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo  Diretoria Distrital Sul e a Fraternidade Aliança Aca Laurência, realizarão em Maio a outorga do Título Industrial do Ano às empresas de nossa região em reconhecimento a sua importância para o desenvolvimento de nosso país.  

A GB Network & Print (razão social Green Board Comércio e Serviços Ltda Epp) está participando do pleito!

LogoGB150x150Você que é leitor assíduo de nosso blog, de nossos posts em redes sociais, parceiro, amigo ou simpatizante de nosso trabalho, por favor nos honre com seu voto, nesse momento especial em que a empresa celebra 20 anos de existência!

Basta entrar no site do CIESP SUL (link http://www.ciespsul.org.br/industrial-do-ano-votacao/ ) e deixar seu voto! Aproveite para votar também em outras respeitadas e conceituadas empresas da região, que ajudam no desenvolvimento do Brasil!

Ah, importante e reforçando. A Categoria PRESTADOR DE SERVIÇO À INDÚSTRIA é a última da lista, e a GB (Green Board Comércio e Serviços Ltda Epp) está entre as últimas da listagem!

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Contamos com seu apoio!

Apr 29

Cidadão está mais seguro com a nota fiscal de consumidor eletrônica

A nota fiscal eletrônica emitida entre empresas já é uma realidade no país. E agora a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitida diretamente aos cidadãos há um ano garante ao consumidor mais segurança em relação ao recolhimento dos impostos das suas compras, além de desonerar os varejistas da obrigatoriedade da impressora fiscal eletrônica na frente de caixa. Com um microcomputador agregado à certificação digital, uma loja pode ter quantas posições de check out quiser.

Por essa e outras razões, a NFC-e já foi adotada por mais de 15 mil empresas de 15 estados dos 26 que aderiram ao projeto – apenas Santa Catarina não o adotou. A obrigatoriedade começará a valer em 2016, de acordo com o cronograma estabelecido pelas secretarias da Fazenda de cada estado. Para o bom funcionamento de todo o sistema de automação do qual dependerá a NFC-e uma coisa é certa: o preenchimento correto de todos os campos de informação pelo varejista.

De acordo com Edson Matos, assessor de negócios da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, o preenchimento correto do Global Trade Identification Number (GTIN) – a numeração representada pelo código de barras dos produtos – é o que garante a precisão das informações em todo o sistema de automação com padrão GS1. “Essa numeração é uma chave importante de alguns campos de preenchimento da NFC-e e ela identifica qual produto foi vendido.”

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O GTIN facilita a gestão de estoque de produtos, a rastreabilidade e estimula a automação na cadeia de suprimentos, além de ser um facilitador na captura dos dados dos produtos para o início do faturamento e emissão da NFC-e. O processo de emissão de uma NFC-e tem início com a leitura do código de barras da mercadoria a ser comercializada, possibilitando ao aplicativo comercial a identificação do produto e o preenchimento no arquivo eletrônico da NFC-e das informações comerciais e fiscais correspondentes do item.

Para Eudaldo Almeida, coordenador geral do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), “a qualidade da informação no documento eletrônico é de fundamental importância para o andamento do projeto porque possibilita a análise posterior das informações e melhor direcionamento tanto por parte dos órgãos públicos quanto dos empresários na gestão de seus negócios”.

O consumidor se sente mais seguro, sabendo que está adquirindo produtos atestados legalmente e os estabelecimentos comerciais deixam de ter também a necessidade de armazenar os documentos em papel. Para o cidadão, a vantagem também pode ser observada nesse sentido, já que a nota fiscal pode ser enviada por e-mail. Newton Oller, líder nacional do Projeto NFC-e pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários (Encat), reforça a ideia de que tudo sempre se converte em benefícios para o país. “O consumidor está mais seguro com a nota fiscal eletrônica. Ele recebe o Danfe NFC, que é uma mensagem eletrônica que permite a ele consultar em tempo real a validade de sua nota fiscal no momento da compra. O consumidor tem a certeza de que o imposto que está pagando por suas compras é de conhecimento dos órgãos fiscalizadores”.

Fonte: Jornal Contábil

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Apr 06

Nota fiscal eletrônica atualizada pela Secretaria de Fazenda no começo de abril

A nova versão (3.10) exige o preenchimento de informações mais detalhadas, o que aumenta a segurança e diminui a possibilidade de ocorrência de fraudes fiscais nas operações

nfe-31Empresas que atuam no segmento de comércio e serviços de vários estados do Brasil precisam ficar atentas. Desde o dia 1º de abril, a Secretaria de Fazenda substituiu a versão 2.0 da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços (NF-e ISS) pela 3.10, que passa a ser obrigatória para todas as transações.

A atualização tem o objetivo de aumentar a fiscalização e o controle sobre as operações de compra e venda de mercadorias e serviços das empresas que operam diversas cidades e capitais do Brasil. A nova versão (3.10) exige o preenchimento de informações mais detalhadas, o que aumenta a segurança e diminui a possibilidade de ocorrência de fraudes fiscais nas operações.

Empresas que não atualizarem o sistema terão as notas recusadas pela Receita, o que poderá gerar complicações diversas aos empreendimentos e prestadores de serviços.

O instalador do emissor gratuito da NF-e 3.10 está disponível para download no site da Secretaria de Fazenda.

Dúvidas e outras informações de contribuintes poderão ser esclarecidas/ obtidas pelo Atendimento Virtual ou pela Central Telefônica 156, opção 03.

Fonte: Secretaria de Fazenda

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